sábado, 27 de agosto de 2011


Nunca feche os olhos para o mundo,
pois há pessoas no mundo que esperam seu olhar.

Ando devagar porque já tive pressa
Sorrio porque já chorei demais
Cada ser tem dentro de si
O dom de ser feliz.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Bati com toda minha força o braço no piano e coloquei as mãos no meu rosto.
Como de costume fechei os olhos e gritei "Não, está tudo errado." Era difícil, sempre foi.
Apresentar-se sozinha na frente de todo mundo é um trabalho difícil... mas as notas, o tempo,
o dedilhado, tudo estava errado.
Respirei, tentei tocar tudo de novo e não consegui, tudo errado. De repente desceu uma lágrima que caiu em uma das teclas do piano. O sombra do medo de não conseguir tinha voltado a me perseguir, eu tentei ser forte mas as vezes é inevitável lembrar o quanto te falaram que você não iria conseguir. Comecei a chorar mais.
Pensei em tudo que eu já tinha o privilégio e o azar de ter a experiência, pensei que eu iria tentar fazer igual ao que eu fazia. Mas é difícil, eu não queria, mas as vezes choro porque certas horas parece que eu não irei conseguir.
Parei, olhei para o piano. Eu não iria desistir agora, não é fácil subir naquele palco, mas cada aplauso é gratificante. Não. Eu tentei de novo, nada vai ser fácil. E mais uma vez toquei a primeira nota da música, torcendo para que a última nota chegasse perfeita ao fim.

domingo, 24 de julho de 2011


João Carlos Martins. Começou a estudar piano aos 8 anos de idade.
Ganhou vários prêmios como pianista, um deles foi o concurso da Sociedade Brito
em São Petesburgo.
Um acidente em um jogo de futebol em New York fez com que ele tivesse que se distanciar
do piano. Superou.
Após isso uma doença se desenvolveu e atrofiou seus dedos. Ele vendeu todos os seus pianos
e foi lutar boxe, querendo estar longe da música. Não conseguiu, voltou a tocar com apenas
alguns dedos funcionando.
Sofreu um assalto e um golpe na cabeça fez com que ele perdesse o movimento das mãos.
Sofria fortes dores e a cada dia tocava menos e menos. Decidiu não parar com sua paixão
e foi ser maestro. Não conseguindo virar as páginas das partituras, João Carlos decora cada
nota para poder reger.
Até hoje faz um trabalho social em favelas onde ajuda crianças carentes e sem futuro a
encontrar um refúgio na música.
João Carlos Martins, mais do que um célebre maestro e pianista, um exemplo de superação.



sexta-feira, 3 de junho de 2011

A melhor coisa em fazer alguém feliz
é ver uma lágrima se transformar em um sorriso.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Família

Oi, meu nome é Felicidade!
Faço parte da vida daqueles que tem amigos, porque ter amigos é ser feliz!
Faço parte da vida de pessoas como você, pois viver assim é ser feliz. Faço parte daqueles que acreditam na força do amor e que, para uma história bonita nunca há um ponto final.
Eu sou casada sabiam? Eu sou casada com o Tempo. Ele é responsável pela resolução de todos os problemas: ele concerta corações, cura machucados, destrói as tristezas.
Juntos eu e o Tempo tivemos 3 filhos: a Amizade, a Sabedoria e o Amor.
A Amizade é uma criança linda, sincera e alegre. Une todas as pessoas e pretende nunca ferir
mas sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria: culta, íntegra, sempre foi apegada ao seu pai o Tempo. A sabedoria e o Tempo caminham sempre juntos.
O caçula é o Amor. Ah, Como esse me dá trabalho! Como é teimoso, às vezes decide encantar apenas um coração!
Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para unir dois corações, não infiltrar-se apenas em um! Mas o Amor é lindo, muito lindo e complexo. Quando ele começa a fazer seus estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo, e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu.
Tudo dá certo no final, se não der é porque ainda não acabou. Por isso acredite na minha família, principalmente no Amor... um dia eu, Felicidade, baterei na sua porta.